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domingo, 5 de agosto de 2012

Maceió dialoga com a poesia de um ‘Velho Safado’, regada a blues




(Ascom – Instituto Lumeeiro)

O projeto Em Maceió chove poesia ousa de novo: deságua no público os versos de Charles Bukowski, ao som do estadunidense Atiba Taylor e do alagoano Ricardo Lopes. E essa “chuva” inspiradora já tem dia e hora marcados para cair: 13 de agosto, segunda-feira, às 20 horas, no Maikai Choparia, na Jatiúca.
De origem alemã, mas criado nos Estados Unidos, Bukowski é dono de uma obra de caráter “debochado” e estilo totalmente coloquial, com alusão a trabalhos braçais, porres, relacionamentos despudorados. Além de sentimentos conflitantes de repulsa, ódio e paixão, amor... A noitada vai destacar a face poética e fascinante do também contista e romancista.
Em Bukowski Blues, o poeta e idealizador do projeto, Ricardo Cabús, traduziu e dará voz a poemas marcados por um estilo enxuto, irônico, autobiográfico e cujo lirismo é cativante: "Em meu coração existe um pássaro, um azulão que quer sair / mas eu não permito, / eu digo, fique aí, eu não vou deixar ninguém ver você".
Para completar o diálogo entre as duas expressões artísticas, os expressivos clássicos do blues como SummertimeBaby Please Don't Go Down Home Blues, interpretados por Atiba Taylor, nos vocais, sax e teclado, e Ricardo Lopes, na guitarra. "A estreia do Bukowski Blues, em 2011, revelou a expressiva legião de fãs do poeta em Maceió e redondezas. Agora, teremos um espetáculo amadurecido, num roteiro que rega com blues os versos etilizados do Velho Safado. Vamos rolar os dados", diz Ricardo Cabús.


Quem estará lá


Ricardo Cabús é poeta, tradutor, compositor e professor universitário. Lançou dois livros de poesia, Cacos Inconexos Estações Partidas, e A Galinha Saudosa, título de literatura infantil. Ensina na UFAL, preside do Instituto Lumeeiro, idealizou e apresenta o projeto Papel no Varal; criou e dirige o Minuto de Poesia na Rádio Educativa FM.


Atiba Taylor é estadunidense, toca saxofone e piano desde os 15 anos. Já se apresentou em diversos países europeus, em turnês de jazz. Nos Estados Unidos, começou a experimentar jazz com música popular brasileira. Tocou com o músico brasileiro Alaor Macedo e o grupo de samba Origem. Atualmente, reside em Maceió e faz parte do Brasil Modern Jazz Quarteto.


Ricardo Lopes é maceioense e um dos guitarristas mais reconhecidos do estado. Influenciado por Pat Metheny, Scott Henderson e Joe Satriani, mistura jazz, rock e blues com arranjos contemporâneos, ligados à cultura popular nordestina. Já participou de shows de artistas de renome nacional e internacional e foi o idealizador do Brasil Modern Jazz Quarteto.

Próximas atrações
O último show do projeto Em Maceió chove poesiaPiazzollando Quintana, será no dia 27 de agosto, também no Maikai Choparia. A proposta é alternar poesias de Mário Quintana, na voz de Ricardo Cabús, com o tango de Astor Piazzolla, executado pela dupla Bruno Palagani e Wilbert Fialho.
O projeto Em Maceió chove poesia tem o apoio de Ao Pharmacêutico, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), da Gama Engenharia de Recursos Hídricos, da Braskem, do Armazém Guimarães, do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP).
A entrada para cada show custa R$7 (meia) e R$14 (inteira), na compra antecipada; R$10 (meia) e R$20 (inteira), para a compra na hora do show. Os ingressos estão à venda em toda a rede de farmácias Ao Pharmacêutico. Mais informações pelo telefone 82-8135 5990 e pelo e-mail contato@lumeeiro.org.


Serviço
Bukowski Blues,  Ricardo Cabús convida Atiba Taylor e Ricardo Lopes
QUANDO:
Segunda-feira, 13 de agosto, às 20h.
ONDE:
Maikai Choparia
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:
14 anos
INGRESSOS ANTECIPADOS:
R$ 7 (meia) ou R$ 14 (inteira), vendidos nas Farmácias Ao Pharmacêutico
INGRESSOS NA HORA DO SHOW:
R$ 10 (meia) ou R$ 20 (inteira), vendidos no Maikai Choparia
INFORMAÇÕES:
82 8135-5990 / contato@lumeeiro.org
Twitter: @lumeeiro e @papelnovaral
REALIZAÇÃO:
Instituto Lumeeiro
APOIO:
Ao Pharmacêutico, Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Gama Engenharia de Recursos Hídricos, Braskem, Armazém Guimarães, Instituto do Meio Ambiente (IMA) e Instituto Zumbi dos Palmares (IZP).

Djavaneando Lêdo - Lumeeiro faz chover a poesia de dois grandes ícones alagoanos




por Ludmila Monteiro e Rafaela Albuquerque

Supervisão: Jornalista Andréa Moreira

Casa cheia no encontro entre os conterrâneos Lêdo Ivo e Djavan, ocorrido na segunda-feira, dia 30/7, no Maikai Choparia. Ricardo
Cabús e Igbonan Rocha, acompanhados pela flauta e violão de Jucélio Souza e Altair Roque, foram os mediadores deste acontecimento, e entre os quatro artistas e uma plateia atenta, djavaneou-se lêdo. Mais uma vez, choveu poesia em Maceió.

A expectativa pelo resultado do casamento das obras de dois artistas alagoanos era comum à maioria dos presentes. “Finalmente eu encontrei um tempo para vir assistir,” disse a desembargadora Elisabeth Carvalho, que já havia recebido convites para outros eventos do Instituto Lumeeiro: “Eu sei que vai ser bonito, pelas pessoas que fazem, e pelas pessoas que vão dizer poesias do Lêdo Ivo, e fico muito feliz de estar aqui.”

A estudante de direito Karinny Guedes, 19 anos, chegou esperando uma união feliz: “Eu vi que ia ser Djavan, que eu gosto muito, e as poesias de Lêdo Ivo, que também acho muito interessantes. Achei uma combinação perfeita.” Ela ficou sabendo sobre o projeto Em Maceió chove poesia através da internet e convidou o grupo de amigas para prestigiar o evento.

Alguns jovens, como Liana Carvalho, 18 anos, vieram para assistir pela primeira vez um evento do gênero. E aprovaram o formato do Djavaneando Lêdo, que consideraram interessante e dinâmico: “Não ficou chato, apesar de ter mais leitura do que a interpretação das canções,” disse Liana. Na opinião dela, o repertório poético e musical agrada os fãs dos dois artistas homenageados e eventos como os do projeto são importantes para incentivar a valorização da cultura alagoana.



Protagonistas e frequentadores
Além dos recém-chegados, a segunda edição do Djavaneando reuniu velhos conhecidos no público,  personalidades que há muito tempo prestigiam e participam do trabalho do Instituto Lumeeiro. “Eu tiro o chapéu e assino embaixo tudo que o Ricardo Cabús faz”, disse José Márcio Passos, ator e diretor do Museu Palácio Floriano Peixoto (Mupa).”Não é à toa que ele tem todo esse prestígio e reconhecimento: o trabalho dele é bom e todo mundo gosta. Eu, inclusive, gosto muito e procuro sempre participar”, conta José Márcio que, no evento, interpretou o poema ‘O gato do vigário’.

“Em se tratando da obra de Lêdo Ivo e Djavan, nas vozes de Ricardo Cabús e Igbonan Rocha, a gente não pode esperar nada além de maravilhoso”, disse a jornalista Gal Monteiro, entusiasta dos eventos do Instituto Lumeeiro. “Eu achei maravilhoso,” arrematou Adna Lopes, professora universitária. “porque eu adoro Lêdo Ivo, e Djavan também. Cantei, escutei... E venho aos outros.”

“Foi um desafio pra mim revisitar Djavan,” comentou Igbonan Rocha. Ele buscou as músicas que melhor se relacionassem com as poesias de Lêdo Ivo, selecionadas por Ricardo Cabús. Sucessos como Alagoas, Faltando um pedaço e Meu bem querer acompanharam as palavras do poeta sobre a cidade de Maceió, o amor, a morte e diversos outros temas.

Os próximos eventos do projeto Em Maceió  chove poesia ocorrem nos dias 13 e 27 de agosto, respectivamente, com a poesia de Charles Bukowski embalada pelos clássicos do blues, e a obra de Mário Quintana, acompanhada pelo tango inovador de Ástor Piazzolla. Os ingressos já estão à venda em toda a rede de farmácias Ao Pharmacêutico, pelos valores promocionais na compra antecipada de R$7 (meia) e R$14 (inteira). Outras informações pelo telefone 82-8135-5990 e pelo e-mail contato@lumeeiro.org.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A Caranguejeira estará no Djavaneando Lêdo


A caranguejeira


A caranguejeira estava escondida
no monte de lenha guardada no galpão.
Era a promessa da morte sem misericórdia
quando eu ia festejar um nascimento.
Imóvel e intocável rainha da escuridão
ela desconhecia o amor e a ressurreição.
Pode-se falar a um homem, a uma cadela, a um cavalo,
mas não se pode falar a uma caranguejeira.
Imune às gentilezas, ela habita o reino funesto
onde não se trocam presentes nem passam as estrelas.
Não a incomodei e naquela noite de Natal
preferi sentir frio junto à lareira apagada.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Djavaneando Lêdo volta no projeto Em Maceió chove poesia



Ricardo Cabús
(Ascom – Instituto Lumeeiro)
            O projeto Em Maceió chove poesia continua no embalo do inverno. A próxima atração é o espetáculo Djavaneando Lêdo, em que a poesia de Lêdo Ivo e a música de Djavan se entrelaçam e dialogam como boas conterrâneas. O evento acontece no dia 30 de julho, às 20 horas, no Maikai Choparia.
            Diferente do sarau poético Papel no Varal, em que o palco é aberto para que o público fale poesias, em Djavaneando Lêdo a obra poética de Lêdo Ivo será interpretada pelo também poeta e idealizador do projeto, Ricardo Cabús. Já Djavan será cantado por Igbonan Rocha, acompanhado pelos músicos Jucélio Souza, no sax e na flauta, e Altair Roque, ao violão.  "Enquanto montava o roteiro do show, liguei para Lêdo Ivo perguntando que música melhor dialogaria com sua poesia. Ele não titubeou: Djavan. O poeta estava certo. Tenho prazer em djavanear Lêdo", conta Ricardo.
            Mais dois shows, Bukowski Blues e Piazzolando Quintana, ocorrerão nos dias 13 e 27 de agosto, respectivamente, também no Maikai Choparia, completando a programação do projeto Em Maceió chove poesia. A proposta também será de alternar poesias de Charles Bukowski e Mário Quintana, na voz de Ricardo Cabús, com clássicos do blues e o tango de Astor Piazzolla executados por convidados diferentes em cada ocasião.
             O projeto Em Maceió chove poesia tem o apoio de Ao Pharmacêutico, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), da Gama Engenharia de Recursos Hídricos, da Braskem, do Armazém Guimarães, do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP). A entrada para cada show custa R$7 (meia) e R$14 (inteira), para compra antecipada; R$10 (meia) e R$20 (inteira), para compra na hora do show. Também estão à venda pacotes de entradas para os três shows, sendo R$15 (meia) e R$30 (inteira). Os ingressos antecipados serão vendidos a partir do dia 25 de julho (quarta-feira) em toda a rede de farmácias Ao Pharmacêutico. Mais informações pelo telefone 82-8135 5990 e pelo e-mail contato@lumeeiro.org.

Sobre Ricardo Cabús:  poeta, tradutor, compositor e professor universitário, lançou dois livros de poesia, Cacos Inconexos e Estações Partidas, e A Galinha Saudosa, título de literatura infantil. É professor da UFAL, presidente do Instituto Lumeeiro, idealizador e apresentador do projeto Papel no Varal, além de criador e diretor do Minuto de Poesia na Rádio Educativa FM.
Sobre Igbonan Rocha:  cantor e produtor cultural, nascido na Bahia, adotou Alagoas como lar há mais de 20 anos. Cantor desde os anos 70, já participou com sua voz potente de vários projetos culturais e colaborou com diversos músicos. Destaca-se hoje liderando com Wilma Araújo e Marcus Vinícius o projeto Nosso Samba, desde 2010.
Sobre os músicos: natural de Pão de Açúcar, Jucélio Souza é músico desde os 7 anos de idade. Exímio flautista e saxofonista, participou das gravações de CDs de diversos artistas locais e de outros estados. Altair Roque é violonista e compositor e já acompanhou a maioria dos intérpretes de Maceió renomados nacionalmente. Com experiência em diversos estilos musicais, Altair se apresentou em vários países da Europa no ano de 2010.

Serviço
Djavaneando Lêdo, com Ricardo Cabús e Igbonan Rocha
QUANDO: Segunda-feira, 30 de julho, às 20h.
ONDE: Maikai Choparia
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: livre
INGRESSOS ANTECIPADOS: R$ 7 (meia) ou R$ 14 (inteira), vendidos nas Farmácias Ao Pharmacêutico
INGRESSOS NA HORA DO SHOW: R$ 10 (meia) ou R$ 20 (inteira), vendidos no Maikai Choparia
INFORMAÇÕES: 82 8135-5990 / contato@lumeeiro.org
REALIZAÇÃO: Instituto Lumeeiro
APOIO: Ao Pharmacêutico, Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Gama Engenharia de Recursos Hídricos, Braskem, Armazém Guimarães, Instituto do Meio Ambiente (IMA) e Instituto Zumbi dos Palmares (IZP).

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Tudo pronto para o Djaneando Lêdo

Tudo pronto para o Djaneando Lêdo, amanhã, sexta-feira, 30/9/2011, 19h30. Como o show faz parte da programação cultural da Feira do Empreendedor do Sebrae, será preciso fazer um cadastro - gratuito - na entrada da Fits. Portanto aos que desejarem assistir desde o início, será bom chegar um pouco antes da hora, aproveitar a Feira e depois se divertir no show.

O espetáculo mesclará a poesia de Ledo Ivo com a música de Djavan. Pétala, Beiral e Faltando um Pedaço estarão entre A Queimada, A Passagem (ver abaixo) e a Planta de Maceió. Está confirmada a participação especial

A passagem

Que me deixem passar – eis o que peço

diante da porta ou diante do caminho.

E que ninguém me siga na passagem.

Não tenho companheiros de viagem

nem quero que ninguém fique ao meu lado.

Para passar, exijo estar sozinho,

somente de mim mesmo acompanhado.

Mas caso me proíbam de passar

por ser eu diferente ou indesejado

mesmo assim passarei.

Inventarei a porta e o caminho.

E passarei sozinho.


Sejam bem-vindos

Ricardo Cabús e Equipe do Instituto Lumeeiro

domingo, 25 de setembro de 2011

Cultura na Feira do Empreendedor

FEIRA DO EMPREENDEDOR.

29 de Setembro a 02 de Outubro de 2011

Local: FITS

Horário: 14 as 21 hs

Realização : SEBRAE-AL

Informações: www.feiradoempreendedor.al.com.br

Programação Cultural

Palco Nelson da Rabeca

1º dia: Quinta – Feria 29 de Setembro de 2011

Apresentação da Dupla de Deficientes Visuais – BETO CEGO E DOUGLAS , tocando MPB e Músicas Regionais. A Dupla faz parte da Associação de Deficientes Visuais de Alagoas – ACAL

Horário: 20 Horas.

2º dia: Sexta- Feira – 30 de Setembro de 2011

Apresentação do Show Djavaneando Ledo , show de poesia e música baseado em leituras de poemas do consagrado poeta Alagoano Ledo Ivo, entremeadas pela música de Djavan (cantada e instrumental). Participação: Ricardo Cabús / Igbonan Rocha, Jucelio Souza, Joacaz Paz.

Horário: 19:30 Horas

3º dia Sábado – 01 de Outubro de 2011-09-15

Apresentação do Show do Quarteto A La Sax. O seu repertório abrange desde a música erudita dos grandes compositores universais, até a música folclórica, passando pelo cancioneiro popular, onde os arranjos especialmente elaborados dão um toque de originalidade a essa formação.

Dirigido pelo Maestro Almir Medeiros, também saxofonista e arranjador do grupo, o quarteto conta com a participação e o talento dos jovens, Aldo Nicolau (sax alto), Elizaubo Wandemberguer (sax tenor e clarineta) e Elízio Goethe (sax barítono).

Horário: 19:30 Horas

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Gal e Deyves hoje no Linda

Palavra Mínima traz Gal Monteiro e Deyves para o palco do Linda Mascarenhas

Diogo Braz com informações da Comusa

O Projeto Palavra Mínima, já aprovado pelo público, chega a sua quarta apresentação nesta sexta, dia 23, às 20h, trazendo ao palco do Espaço Cultural Linda Mascarenhas a música de Deyves e a poesia de Gal Monteiro.

Uma realização do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP) e Cooperativa dos Trabalhadores da Música de Alagoas (Comusa), o Palavra Mínima se propõe a apresentar uma interação natural entre música e poesia, fazendo dessas duas linguagens uma única expressão. O público tem aprovado a “mistura”, comparecendo de fato para conferir e prestigiar os artistas da terra.

Na próxima sexta, o público poderá conferir não somente duas apresentações num mesmo palco, mas a interação artística entre Deyves e Gal Monteiro num só espetáculo. Os dois já são parceiros de longas datas, o que promete tornar a apresentação ainda mais fluente e interessante.

DEYVES

Músico, violonista, compositor e também artista plástico (o cenário do projeto foi feito por ele), Deyves tem como marca o ecletismo. Sua produção musical transita com desenvoltura entre Blues, Reggae, Xote, Chorinho, Samba, Coco, Baião, e tem presença habitual em festivais de música: teve músicas selecionadas em seis edições do Femusesc e foi finalistas de inúmeros festivais universitários de música, tendo ficado em terceiro lugar com a composição “Mundaú-mulher”, e em primeiro lugar com a canção “Puridos Táticos de uma Paixão Volátil”, uma parceria com Gal Monteiro.

GAL MONTEIRO

Jornalista, radialista, compositora, cantora e poetiza: também são diversas as facetas de Gal Monteiro. Nesta sexta, ela irá apresentar um pouco da sua produção literária, já premiada. Gal foi vencedora do Prêmio Alagoas em Cena 2006 na categoria Literatura – Contos com o seu primeiro livro “Se eu calar você me esquece, se eu contar você me abraça”. No espetáculo, Gal também vai mostrar sua produção poética intimista, uma chance do público se deparar com um universo de muitas emoções durante as leituras.

SERVIÇO

Vale a pena conferir, nesta sexta, dia 23: Palavra Mínima com Deyves e Gal Monteiro, às 20hs, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas. Realização: IZP e Comusa.

Djaveando Lêdo traz a poesia e a música de dois ilustres alagoanos




Após o sucesso do Papelzinho no Varal durante a 5a. Primavera dos Museus, o Instituto Lumeeiro apresenta sua mais nova produção, Djavaneando Lêdo, na próxima sexta-feira, 30/9, às 19h30, na FITS. O show, com Ricardo Cabús e Igbonan Rocha, trará a poesia de Lêdo Ivo permeada pela música de Djavan, em uma seleção que provavelmente fará o público mergulhar em versos repletos de lirismo e temperados com um quê das belezas e agruras que as Alagoas propiciam.

O evento é aberto a todos e fará parte da programação cultural da Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae-AL.


SERVIÇO

DJAVANEANDO LÊDO

Com
: Ricardo Cabús e Igbonan Rocha

Músicos: Jucélio Souza (sax e flauta) e Joacaz Paz (violão)

Dia: Sexta-feira, 30 de setembro de 2011, das 19h30 às 21h

Local: FITS - Av Com. Gustavo Paiva, 5017 - Mangabeiras - maceió - AL

google maps: http://g.co/maps/6sxbp

Convites: Entrada franca


Classificação: Livre

Informações: 8872.1705 / contato@lumeeiro.org

Informações/Comentários: http://cacosinconexos.blogspot.com

Produção: Instituto Lumeeiro

Patrocínio: Sebrae-AL

segunda-feira, 25 de julho de 2011

João Albrecht e Ricardo Cabús no Palavra Mínima


“Música e poesia em um só espetáculo.

Duas linguagens, uma só expressão”.

O projeto Palavra Mínima tem o objetivo de criar mais um espaço para veiculação da arte produzida em Alagoas.

Trata-se de um empreendimento cultural consistente na produção de espetáculos a acontecerem no Teatro Linda Mascarenhas, envolvendo diversas manifestações artísticas, com a predominância da música, que se iniciará nesse mês de julho.

A finalidade é integrar a música e a literatura, contando com a presença de um escritor participando ativamente do espetáculo musical, lendo seus próprios textos.

Por ser um espetáculo musical impregnado de literatura, apresenta o desafio de proporcionar a sintonia entre a palavra cantada, a música dos compositores e intérpretes e os textos dos diversos autores alagoanos, buscando, assim, unir duas expressões, como produção única. Os artistas intervêm no trabalho do outro, enriquecendo-o e demonstrando que é possível a convivência harmônica na música, na literatura e, sobretudo, na vida.

Cooperativismo musical

O projeto surge também como uma possibilidade de aprofundar a realização empreendedora coletiva, manifestada através do cooperativismo, de modo a fortalecer a Comusa – Cooperativa dos Profissionais da Música, entidade nascida do arranjo produtivo local de cultura.

A montagem dos espetáculos terá a participação direta de outros artistas, integrantes da cooperativa.

Inclusão social

Além dos shows, que acontecerão à noite, o projeto traz como diferencial a inclusão de estudantes da rede estadual e municipal, que participarão de oficinas, no mesmo local e datas dos shows, em horário diferente, tendo a oportunidade de interagir com os músicos e escritores, com acesso a uma apresentação prévia do espetáculo.

Abertura

A abertura do projeto acontecerá no próximo dia 29 de julho, no Teatro Linda Mascarenhas, em espetáculo que unirá a música de João Albrecht e a poesia de Ricardo Cabus.

A proposta do show João Albrecht Acústico é a de apresentar ao espectador alagoano o trabalho de criação musical de um dos mais experientes músicos da noite de Maceió, em um formato acústico, enfocando sua obra autoral. Com um apelo estético focado na Música Popular Brasileira contemporânea e com alguma influência do jazz e do rock.

O show contará com a direção musical do próprio João Albrecht (voz e violão nylon), acompanhado de Alexandre Rodas (violões aço e nylon), Anderson Silva (baixo) e de Wilson Miranda (percussão). O repertório será constituído basicamente de músicas de autoria própria, além de músicas de outros compositores locais.

O poeta a dividir o palco da noite será Ricardo Cabus, que também é compositor, tradutor, engenheiro e professor universitário. Idealizador do Projeto Papel no Varal, escreveu dois livros de poesia, Estações Partidas e Cacos Inconexos e um infantil, A Galinha Saudosa.

É também responsável pela organização do Minuto de Poesia, veiculado pela Rádio Educativa FM, desde 2009, além de ter composto letras para músicas com diversos parceiros, tais como Junior Almeida, Fernando Marcelo, Gustavo Gomes, Robson Amorim, Sandro Mardem e Chico Fidelis.

Cronograma do Projeto

MÚSICO/GRUPO MUSICAL

ESCRITOR

29/jul

JOÃO ALBRECHT

RICARDO CABUS

12/ago

LIMA NETO

GUILHERME RAMOS

19/ago

POESIA MUSICADA NO PANDEIRO

EMANOEL GALVÃO

2/set

JANCLÁUDIO

EDUARDO PROFFA

9/set

JOSENILDO GOMES

MILTON ROSENDO

23/set

DEYVES

GAL MONTEIRO

7/out

FÁTIMA MAIA

LUIZ ALBERTO MACHADO

14/out

IBYS MACEIOH

MARCOS DE FARIAS COSTA

21/out

FERNANDO MARCELO

MAURÍCIO DE MACEDO

4/nov

IRINA COSTA

MARIA GABRIELA COSTA

11/nov

EZRA CRISTINA

SÓSTENES LIMA

18/nov

SÓSTENES LIMA

OTÁVIO CABRAL

2/dez

LUIZ ALBERTO MACHADO

FÁTIMA MAIA

9/dez

JÚLIO UÇÁ

LUCIANO JOSÉ

16/dez

GAL MONTEIRO

LUDMILA MONTEIRO

Serviço:

O que? Projeto Palavra Mínima

Onde? Teatro Linda Mascarenhas

Quando? 29 de julho, 20 horas

Quem? João Albrecht e Ricardo Cabus

Quanto? R$20,00 e preço promocional de R$10,00.

Uma realização: Comusa

Apoio:

Fundação Cultural Cidade de Maceió

IZP – Instituto Zumbi dos Palmares

Mucom – Museu do Comércio de Alagoas

Secretaria de Estado da Cultura

SEBRAE-AL

Pizzaria Santo Orégano

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Bukowski, blues e cerveja… beba cerveja!


Um texto muito bem escrito e de extrema generosidade, sobre o Bukowski Blues, no BomBar. Acompanham belas fotos.




Para as estrelas me apontarem o caminho


Estava no aniversário de Zé Ivo, quando Atiba me propôs fazermos um evento juntos. É jazz? Perguntei. – Não, é blues, ele disse. Não tive dúvidas no título: Bukowski Blues. Em poucos dias estava tudo resolvido, seria no BomBar numa terça-feira (11/1/11), às 21 horas. Fiquei noites e noites lendo, selecionando e traduzindo poemas, já que tinha apenas seis ou sete do Bukowski. Consegui chegar aos 25 poemas que se somariam aos 12 blues selecionados por Atiba. Na segunda-feira, todas as 45 mesas estavam reservadas, e ainda sairia uma bela matéria no Bom Dia Alagoas no dia do show. Desconfiei que a casa estaria cheia. Dito e feito, show com gente em pé por todo lado, encostando-se aos muros, árvores e carros das redondezas. Disseram que havia mais de 300 pessoas. Desconfiei que o Bar não fosse dar conta. Dito e feito, o que aumentou o clima bukowskiano da noite. A plateia era eclética, a maioria de jovens que se mesclavam à geração que lera Bukowski quando tinha a idade deles. O show atrasou devido a problema com um dos instrumentos na passagem de som. Depois de abrir minha garrafa de cachaça, começamos o Bukowski Blues algo depois das nove e meia. Iago leu um texto de apresentação do show, que se iniciou com Atiba Taylor e Ricardo Lopes levantando a plateia com um belo blues que não lembro o nome agora. Em seguida, eu disse ‘A genialidade da multidão’. Músicas e poemas se cruzarão de forma harmônica. Got a feeling, Down home blues, Georgia, Summertime, dentre outros blues, alternaram-se com poemas como role os dados, o amor é um cão do inferno, confissão, como ser um grande escritor e azulão. A música estava perfeita. Atiba, em noite inspirada, cantou, tocou sax, piano, agitou a plateia. Ricardo Lopes fez o que quis com a guitarra e o violão. Havia química entre os dois e o público. Em certo momento, o músico norueguês, Rolf-Eric Nistrom, que estava de passagem por Maceió, se juntou à Atiba e Lopes e deu uma canja mais que especial. Enquanto dava vazão à minha exclusiva garrafa de cachaça, em homenagem ao velho Buck, os poemas eram ditos. Creio que alguns saíram legais. Um detalhe, depois de lidos, eu sempre jogava os poemas ao chão. Entre um gole e outro noto um apanhador de poemas, que corria para pegá-los, cada vez que uma folha procurava o melhor trajeto para encontrar o solo. Era Luiz, que provavelmente também estava alcoolicamente sintonizado com o clima bukowskiano da noite. Percebi que Janaína e Magella sorriam. Houve um momento que apareceu um carro da polícia. Era um show, mas como eu estava dirigindo bêbado, pensei logo que era comigo. Mas não, os caras ficaram ouvindo a bela música e alguns poemas até que saíram quando li um verso que falava da estreiteza de uma parte muito interessante (pelo menos para mim) da anatomia feminina. E como em quase todos os meus eventos, choveu. Mas o álcool fez-me não perceber a chuva, nem o relógio. O que era para ser uma hora e meia de apresentação tornou-se três. Fiquei impressionado quando percebi que passava da meia-noite e as mesas estavam praticamente todas ocupadas. Fechamos o show com azulão (bluebird) “em meu coração existe um pássaro um azulão que quer sair mas eu não permito, ...”. Ainda tive consciência para autografar – com um garrancho ilegível, mas cheio de felicidade – alguns exemplares de ‘Cacos Inconexos’. Ouvi alguns comentários legais das pessoas e dei uma entrevista para um blog. Espero que não tenha falado muita bobagem, pois não consigo lembrar o que disse e nem mesmo o endereço para ler a entrevista. Em seguida, escolho uma mesa afastada, sento acompanhado de minha garrafa e tomo meu último gole, enquanto o céu de Maceió abre suas pernas para as estrelas me apontarem o caminho. (ricardo cabús)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bukowski Blues: Esclarecimentos sobre o evento

Alguns esclarecimentos sobre o evento Bukowski Blues, promovido pelo Instituto Lumeeiro, que ocorrerá hoje, 11/1/11 às 21h, no BomBar, Jatiúca, Maceió-AL:

1) Não é um Papel no Varal. Será uma leitura de poemas de Bukowski por Ricardo Cabus (Maceió), regada com uma seleção de clássicos do blues interpretados por Atiba Taylor(EUA) e Ricardo Lopes(Maceió).

2) A noite terá participação especial do músico Rolf-Eric Nistrom (Noruega).

3) Todas as mesas já foram reservadas. Estamos aceitando apenas inclusão na lista de espera, que servirá caso haja desistências. Por outro lado, não será proibida a presença de pessoas em pé nos arredores do bar, desde que não atrapalhem a visão daquelas que estão sentadas nas mesas. O couvert será opcional para quem não tiver mesa.

4) Na seleção de poemas serão encontrados, dentre outros, "a genialidade da multidão (the genious of the crowd), alguém (somebody), azulão (bluebird), role os dados (roll the dice), o amor é um cão do inferno (love is a dog from hell), deixe isto envolver você (let it enfold you). Todos traduzidos por Ricardo Cabús.

5) Na seleção de blues serão encontrados, dentre outros: Sweet Home Chicago, Baby Please Don't Go, Summertime,Take Me to the River, I Got A Feeling and Down Home Blues.

4) o evento é indicado para maiores de 14 anos.

5) Durante o evento, estará à venda o livro Cacos Inconexos,de Ricardo Cabús, que poderá autografá-lo ao final da apresentação.

Qualquer dúvida não hesite em nos contatar pelo fone 82-8872-1705.

Que tenhamos uma noite agradável.

Atenciosamente,

Instituto Lumeeiro


Serviço

Evento: Bukowski Blues
Com: Ricardo Cabus (Maceió; voz), Atiba Taylor (EUA; voz, sax, piano) e Ricardo Lopes (Maceió; guitarra, violão)
Participação Especial: Rolf-Eric Nistrom (Noruega, sax)
Quando: terça-feira, 11/1/2011, 21h.
Onde: BomBar - Jatiúca - Maceió - AL
Mesas (4 lugares): R$ 16,00
Vagas limitadas
Indicação: 14 anos
Informações e reserva de mesas: 8872.1705 / reservas@lumeeiro.org
Promoção: Instituto Lumeeiro
Apoio Cultural: Rádio Educativa FM, Instituto Zumbi dos Palmares.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A poesia de Charles Bukowski invade o verão de Maceió


Bukowski Blues. Na próxima terça, 11/1/11, às 21h, no BomBar (Jatiúca), o Instituto Lumeeiro apresenta uma noite de poesia e música. Ricardo Cabús traz a poesia de Charles Bukowski -- o melhor poeta dos Estados Unidos, segundo Jean Paul Sartre -- banhada no blues de Atiba Taylor e Ricardo Lopes.



Serviço

Evento: Bukowski Blues
Quando: terça-feira, 11/1/2011, 21h.
Onde: BomBar - Jatiúca - Maceió - AL. (Ver Mapa Abaixo)

Mesas (4 lugares): antecipada: R$ 12,00
No dia: R$ 16,00
Vagas limitadas
Indicação : 14 anos
Informações e reserva de mesas: 8872.1705 / reservas@lumeeiro.org

Promoção: Instituto Lumeeiro
Apoio Cultural: Rádio Educativa FM, Instituto Zumbi dos Palmares.




Visualizar BomBar em um mapa maior

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Cris Braun volta ao Parque

Sempma realiza segunda edição do “Acorde para a Natureza”

Música clássica, piquenique e natureza. Essa é a proposta do projeto Acorde para a Natureza, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), que tem como atração a cantora e compositora Cris Braun e seus convidados. Nesta segunda edição, Braun traz Wilbert Fialho (violão 7 cordas) e Bruno Fialho (cavaco e bandolin). O evento será no próximo domingo (16), das 10h às 13h, no Parque Municipal de Maceió, em Bebedouro.

A idéia de Braun é discotecar música clássica e obras de grandes compositores contemporâneos, sempre com participações especiais. O Acorde para a Natureza está inserido no projeto Arte no Parque, da Sempma, que visa promover a educação ambiental numa atmosfera de arte, natureza e lazer.

A entrada é gratuita, mas não é permitido bebida alcoólica.

PROGRAMAÇÃO :

Das 10h às 11h - discotecagem de Cris Braun : obras de Beethoven.

Das 11h às 12h - pocket show : Wilbert Fialho , Bruno Palagani , com participação de Cris Braun .

Das 12h às 13h - discotecagem de Cris Braun : obras de Bach .