domingo, 5 de agosto de 2012
Maceió dialoga com a poesia de um ‘Velho Safado’, regada a blues
Djavaneando Lêdo - Lumeeiro faz chover a poesia de dois grandes ícones alagoanos
por Ludmila Monteiro e Rafaela Albuquerque
Supervisão: Jornalista Andréa Moreira
Casa cheia no encontro entre os conterrâneos Lêdo Ivo e Djavan, ocorrido na segunda-feira, dia 30/7, no Maikai Choparia. Ricardo
Cabús e Igbonan Rocha, acompanhados pela flauta e violão de Jucélio Souza e Altair Roque, foram os mediadores deste acontecimento, e entre os quatro artistas e uma plateia atenta, djavaneou-se lêdo. Mais uma vez, choveu poesia em Maceió.
A expectativa pelo resultado do casamento das obras de dois artistas alagoanos era comum à maioria dos presentes. “Finalmente eu encontrei um tempo para vir assistir,” disse a desembargadora Elisabeth Carvalho, que já havia recebido convites para outros eventos do Instituto Lumeeiro: “Eu sei que vai ser bonito, pelas pessoas que fazem, e pelas pessoas que vão dizer poesias do Lêdo Ivo, e fico muito feliz de estar aqui.”
A estudante de direito Karinny Guedes, 19 anos, chegou esperando uma união feliz: “Eu vi que ia ser Djavan, que eu gosto muito, e as poesias de Lêdo Ivo, que também acho muito interessantes. Achei uma combinação perfeita.” Ela ficou sabendo sobre o projeto Em Maceió chove poesia através da internet e convidou o grupo de amigas para prestigiar o evento.
Alguns jovens, como Liana Carvalho, 18 anos, vieram para assistir pela primeira vez um evento do gênero. E aprovaram o formato do Djavaneando Lêdo, que consideraram interessante e dinâmico: “Não ficou chato, apesar de ter mais leitura do que a interpretação das canções,” disse Liana. Na opinião dela, o repertório poético e musical agrada os fãs dos dois artistas homenageados e eventos como os do projeto são importantes para incentivar a valorização da cultura alagoana.
Protagonistas e frequentadores
Além dos recém-chegados, a segunda edição do Djavaneando reuniu velhos conhecidos no público, personalidades que há muito tempo prestigiam e participam do trabalho do Instituto Lumeeiro. “Eu tiro o chapéu e assino embaixo tudo que o Ricardo Cabús faz”, disse José Márcio Passos, ator e diretor do Museu Palácio Floriano Peixoto (Mupa).”Não é à toa que ele tem todo esse prestígio e reconhecimento: o trabalho dele é bom e todo mundo gosta. Eu, inclusive, gosto muito e procuro sempre participar”, conta José Márcio que, no evento, interpretou o poema ‘O gato do vigário’.
“Em se tratando da obra de Lêdo Ivo e Djavan, nas vozes de Ricardo Cabús e Igbonan Rocha, a gente não pode esperar nada além de maravilhoso”, disse a jornalista Gal Monteiro, entusiasta dos eventos do Instituto Lumeeiro. “Eu achei maravilhoso,” arrematou Adna Lopes, professora universitária. “porque eu adoro Lêdo Ivo, e Djavan também. Cantei, escutei... E venho aos outros.”
“Foi um desafio pra mim revisitar Djavan,” comentou Igbonan Rocha. Ele buscou as músicas que melhor se relacionassem com as poesias de Lêdo Ivo, selecionadas por Ricardo Cabús. Sucessos como Alagoas, Faltando um pedaço e Meu bem querer acompanharam as palavras do poeta sobre a cidade de Maceió, o amor, a morte e diversos outros temas.
Os próximos eventos do projeto Em Maceió chove poesia ocorrem nos dias 13 e 27 de agosto, respectivamente, com a poesia de Charles Bukowski embalada pelos clássicos do blues, e a obra de Mário Quintana, acompanhada pelo tango inovador de Ástor Piazzolla. Os ingressos já estão à venda em toda a rede de farmácias Ao Pharmacêutico, pelos valores promocionais na compra antecipada de R$7 (meia) e R$14 (inteira). Outras informações pelo telefone 82-8135-5990 e pelo e-mail contato@lumeeiro.org.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
A Caranguejeira estará no Djavaneando Lêdo
A caranguejeira
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Djavaneando Lêdo volta no projeto Em Maceió chove poesia
| Ricardo Cabús |
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Tudo pronto para o Djaneando Lêdo
A passagem
Que me deixem passar – eis o que peço
diante da porta ou diante do caminho.
E que ninguém me siga na passagem.
Não tenho companheiros de viagem
nem quero que ninguém fique ao meu lado.
Para passar, exijo estar sozinho,
somente de mim mesmo acompanhado.
Mas caso me proíbam de passar
por ser eu diferente ou indesejado
mesmo assim passarei.
Inventarei a porta e o caminho.
E passarei sozinho.
domingo, 25 de setembro de 2011
Cultura na Feira do Empreendedor
FEIRA DO EMPREENDEDOR.
29 de Setembro a 02 de Outubro de 2011
Local: FITS
Horário: 14 as 21 hs
Realização : SEBRAE-AL
Informações: www.feiradoempreendedor.al.
Programação Cultural
Palco Nelson da Rabeca
1º dia: Quinta – Feria 29 de Setembro de 2011
Apresentação da Dupla de Deficientes Visuais – BETO CEGO E DOUGLAS , tocando MPB e Músicas Regionais. A Dupla faz parte da Associação de Deficientes Visuais de Alagoas – ACAL
Horário: 20 Horas.
2º dia: Sexta- Feira – 30 de Setembro de 2011
Apresentação do Show Djavaneando Ledo , show de poesia e música baseado em leituras de poemas do consagrado poeta Alagoano Ledo Ivo, entremeadas pela música de Djavan (cantada e instrumental). Participação: Ricardo Cabús / Igbonan Rocha, Jucelio Souza, Joacaz Paz.
Horário: 19:30 Horas
3º dia Sábado – 01 de Outubro de 2011-09-15
Apresentação do Show do Quarteto A La Sax. O seu repertório abrange desde a música erudita dos grandes compositores universais, até a música folclórica, passando pelo cancioneiro popular, onde os arranjos especialmente elaborados dão um toque de originalidade a essa formação.
Dirigido pelo Maestro Almir Medeiros, também saxofonista e arranjador do grupo, o quarteto conta com a participação e o talento dos jovens, Aldo Nicolau (sax alto), Elizaubo Wandemberguer (sax tenor e clarineta) e Elízio Goethe (sax barítono).
Horário: 19:30 Horas
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Gal e Deyves hoje no Linda
Palavra Mínima traz Gal Monteiro e Deyves para o palco do Linda Mascarenhas
Diogo Braz com informações da Comusa
O Projeto Palavra Mínima, já aprovado pelo público, chega a sua quarta apresentação nesta sexta, dia 23, às 20h, trazendo ao palco do Espaço Cultural Linda Mascarenhas a música de Deyves e a poesia de Gal Monteiro.
Uma realização do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP) e Cooperativa dos Trabalhadores da Música de Alagoas (Comusa), o Palavra Mínima se propõe a apresentar uma interação natural entre música e poesia, fazendo dessas duas linguagens uma única expressão. O público tem aprovado a “mistura”, comparecendo de fato para conferir e prestigiar os artistas da terra.
Na próxima sexta, o público poderá conferir não somente duas apresentações num mesmo palco, mas a interação artística entre Deyves e Gal Monteiro num só espetáculo. Os dois já são parceiros de longas datas, o que promete tornar a apresentação ainda mais fluente e interessante.
DEYVES
Músico, violonista, compositor e também artista plástico (o cenário do projeto foi feito por ele), Deyves tem como marca o ecletismo. Sua produção musical transita com desenvoltura entre Blues, Reggae, Xote, Chorinho, Samba, Coco, Baião, e tem presença habitual em festivais de música: teve músicas selecionadas em seis edições do Femusesc e foi finalistas de inúmeros festivais universitários de música, tendo ficado em terceiro lugar com a composição “Mundaú-mulher”, e em primeiro lugar com a canção “Puridos Táticos de uma Paixão Volátil”, uma parceria com Gal Monteiro.
GAL MONTEIRO
Jornalista, radialista, compositora, cantora e poetiza: também são diversas as facetas de Gal Monteiro. Nesta sexta, ela irá apresentar um pouco da sua produção literária, já premiada. Gal foi vencedora do Prêmio Alagoas em Cena 2006 na categoria Literatura – Contos com o seu primeiro livro “Se eu calar você me esquece, se eu contar você me abraça”. No espetáculo, Gal também vai mostrar sua produção poética intimista, uma chance do público se deparar com um universo de muitas emoções durante as leituras.
SERVIÇO
Vale a pena conferir, nesta sexta, dia 23: Palavra Mínima com Deyves e Gal Monteiro, às 20hs, no Espaço Cultural Linda Mascarenhas. Realização: IZP e Comusa.
Djaveando Lêdo traz a poesia e a música de dois ilustres alagoanos

Músicos: Jucélio Souza (sax e flauta) e Joacaz Paz (violão)
Dia: Sexta-feira, 30 de setembro de 2011, das 19h30 às 21h
Local: FITS - Av Com. Gustavo Paiva, 5017 - Mangabeiras - maceió - AL
google maps: http://g.co/maps/6sxbp
Convites: Entrada franca
Informações: 8872.1705 / contato@lumeeiro.org
Informações/Comentários: http://cacosinconexos.
Produção: Instituto Lumeeiro
Patrocínio: Sebrae-AL
segunda-feira, 25 de julho de 2011
João Albrecht e Ricardo Cabús no Palavra Mínima

“Música e poesia em um só espetáculo.
Duas linguagens, uma só expressão”.
O projeto Palavra Mínima tem o objetivo de criar mais um espaço para veiculação da arte produzida em Alagoas.
Trata-se de um empreendimento cultural consistente na produção de espetáculos a acontecerem no Teatro Linda Mascarenhas, envolvendo diversas manifestações artísticas, com a predominância da música, que se iniciará nesse mês de julho.
A finalidade é integrar a música e a literatura, contando com a presença de um escritor participando ativamente do espetáculo musical, lendo seus próprios textos.
Por ser um espetáculo musical impregnado de literatura, apresenta o desafio de proporcionar a sintonia entre a palavra cantada, a música dos compositores e intérpretes e os textos dos diversos autores alagoanos, buscando, assim, unir duas expressões, como produção única. Os artistas intervêm no trabalho do outro, enriquecendo-o e demonstrando que é possível a convivência harmônica na música, na literatura e, sobretudo, na vida.
Cooperativismo musical
O projeto surge também como uma possibilidade de aprofundar a realização empreendedora coletiva, manifestada através do cooperativismo, de modo a fortalecer a Comusa – Cooperativa dos Profissionais da Música, entidade nascida do arranjo produtivo local de cultura.
A montagem dos espetáculos terá a participação direta de outros artistas, integrantes da cooperativa.
Inclusão social
Além dos shows, que acontecerão à noite, o projeto traz como diferencial a inclusão de estudantes da rede estadual e municipal, que participarão de oficinas, no mesmo local e datas dos shows, em horário diferente, tendo a oportunidade de interagir com os músicos e escritores, com acesso a uma apresentação prévia do espetáculo.
Abertura
A abertura do projeto acontecerá no próximo dia 29 de julho, no Teatro Linda Mascarenhas, em espetáculo que unirá a música de João Albrecht e a poesia de Ricardo Cabus.
A proposta do show João Albrecht Acústico é a de apresentar ao espectador alagoano o trabalho de criação musical de um dos mais experientes músicos da noite de Maceió, em um formato acústico, enfocando sua obra autoral. Com um apelo estético focado na Música Popular Brasileira contemporânea e com alguma influência do jazz e do rock.
O show contará com a direção musical do próprio João Albrecht (voz e violão nylon), acompanhado de Alexandre Rodas (violões aço e nylon), Anderson Silva (baixo) e de Wilson Miranda (percussão). O repertório será constituído basicamente de músicas de autoria própria, além de músicas de outros compositores locais.
O poeta a dividir o palco da noite será Ricardo Cabus, que também é compositor, tradutor, engenheiro e professor universitário. Idealizador do Projeto Papel no Varal, escreveu dois livros de poesia, Estações Partidas e Cacos Inconexos e um infantil, A Galinha Saudosa.
É também responsável pela organização do Minuto de Poesia, veiculado pela Rádio Educativa FM, desde 2009, além de ter composto letras para músicas com diversos parceiros, tais como Junior Almeida, Fernando Marcelo, Gustavo Gomes, Robson Amorim, Sandro Mardem e Chico Fidelis.
Cronograma do Projeto
| | MÚSICO/GRUPO MUSICAL | ESCRITOR |
| 29/jul | JOÃO ALBRECHT | RICARDO CABUS |
| 12/ago | LIMA NETO | GUILHERME RAMOS |
| 19/ago | POESIA MUSICADA NO PANDEIRO | EMANOEL GALVÃO |
| 2/set | JANCLÁUDIO | EDUARDO PROFFA |
| 9/set | JOSENILDO GOMES | MILTON ROSENDO |
| 23/set | DEYVES | GAL MONTEIRO |
| 7/out | FÁTIMA MAIA | LUIZ ALBERTO MACHADO |
| 14/out | IBYS MACEIOH | MARCOS DE FARIAS COSTA |
| 21/out | FERNANDO MARCELO | MAURÍCIO DE MACEDO |
| 4/nov | IRINA COSTA | MARIA GABRIELA COSTA |
| 11/nov | EZRA CRISTINA | SÓSTENES LIMA |
| 18/nov | SÓSTENES LIMA | OTÁVIO CABRAL |
| 2/dez | LUIZ ALBERTO MACHADO | FÁTIMA MAIA |
| 9/dez | JÚLIO UÇÁ | LUCIANO JOSÉ |
| 16/dez | GAL MONTEIRO | LUDMILA MONTEIRO |
Serviço:
O que? Projeto Palavra Mínima
Onde? Teatro Linda Mascarenhas
Quando? 29 de julho, 20 horas
Quem? João Albrecht e Ricardo Cabus
Quanto? R$20,00 e preço promocional de R$10,00.
Uma realização: Comusa
Apoio:
Fundação Cultural Cidade de Maceió
IZP – Instituto Zumbi dos Palmares
Mucom – Museu do Comércio de Alagoas
Secretaria de Estado da Cultura
SEBRAE-AL
Pizzaria Santo Orégano
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Bukowski, blues e cerveja… beba cerveja!
Para as estrelas me apontarem o caminho

Estava no aniversário de Zé Ivo, quando Atiba me propôs fazermos um evento juntos. É jazz? Perguntei. – Não, é blues, ele disse. Não tive dúvidas no título: Bukowski Blues. Em poucos dias estava tudo resolvido, seria no BomBar numa terça-feira (11/1/11), às 21 horas. Fiquei noites e noites lendo, selecionando e traduzindo poemas, já que tinha apenas seis ou sete do Bukowski. Consegui chegar aos 25 poemas que se somariam aos 12 blues selecionados por Atiba. Na segunda-feira, todas as 45 mesas estavam reservadas, e ainda sairia uma bela matéria no Bom Dia Alagoas no dia do show. Desconfiei que a casa estaria cheia. Dito e feito, show com gente em pé por todo lado, encostando-se aos muros, árvores e carros das redondezas. Disseram que havia mais de 300 pessoas. Desconfiei que o Bar não fosse dar conta. Dito e feito, o que aumentou o clima bukowskiano da noite. A plateia era eclética, a maioria de jovens que se mesclavam à geração que lera Bukowski quando tinha a idade deles. O show atrasou devido a problema com um dos instrumentos na passagem de som. Depois de abrir minha garrafa de cachaça, começamos o Bukowski Blues algo depois das nove e meia. Iago leu um texto de apresentação do show, que se iniciou com Atiba Taylor e Ricardo Lopes levantando a plateia com um belo blues que não lembro o nome agora. Em seguida, eu disse ‘A genialidade da multidão’. Músicas e poemas se cruzarão de forma harmônica. Got a feeling, Down home blues, Georgia, Summertime, dentre outros blues, alternaram-se com poemas como role os dados, o amor é um cão do inferno, confissão, como ser um grande escritor e azulão. A música estava perfeita. Atiba, em noite inspirada, cantou, tocou sax, piano, agitou a plateia. Ricardo Lopes fez o que quis com a guitarra e o violão. Havia química entre os dois e o público. Em certo momento, o músico norueguês, Rolf-Eric Nistrom, que estava de passagem por Maceió, se juntou à Atiba e Lopes e deu uma canja mais que especial. Enquanto dava vazão à minha exclusiva garrafa de cachaça, em homenagem ao velho Buck, os poemas eram ditos. Creio que alguns saíram legais. Um detalhe, depois de lidos, eu sempre jogava os poemas ao chão. Entre um gole e outro noto um apanhador de poemas, que corria para pegá-los, cada vez que uma folha procurava o melhor trajeto para encontrar o solo. Era Luiz, que provavelmente também estava alcoolicamente sintonizado com o clima bukowskiano da noite. Percebi que Janaína e Magella sorriam. Houve um momento que apareceu um carro da polícia. Era um show, mas como eu estava dirigindo bêbado, pensei logo que era comigo. Mas não, os caras ficaram ouvindo a bela música e alguns poemas até que saíram quando li um verso que falava da estreiteza de uma parte muito interessante (pelo menos para mim) da anatomia feminina. E como em quase todos os meus eventos, choveu. Mas o álcool fez-me não perceber a chuva, nem o relógio. O que era para ser uma hora e meia de apresentação tornou-se três. Fiquei impressionado quando percebi que passava da meia-noite e as mesas estavam praticamente todas ocupadas. Fechamos o show com azulão (bluebird) “em meu coração existe um pássaro um azulão que quer sair mas eu não permito, ...”. Ainda tive consciência para autografar – com um garrancho ilegível, mas cheio de felicidade – alguns exemplares de ‘Cacos Inconexos’. Ouvi alguns comentários legais das pessoas e dei uma entrevista para um blog. Espero que não tenha falado muita bobagem, pois não consigo lembrar o que disse e nem mesmo o endereço para ler a entrevista. Em seguida, escolho uma mesa afastada, sento acompanhado de minha garrafa e tomo meu último gole, enquanto o céu de Maceió abre suas pernas para as estrelas me apontarem o caminho. (ricardo cabús)
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Bukowski Blues: Esclarecimentos sobre o evento
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A poesia de Charles Bukowski invade o verão de Maceió

Bukowski Blues. Na próxima terça, 11/1/11, às 21h, no BomBar (Jatiúca), o Instituto Lumeeiro apresenta uma noite de poesia e música. Ricardo Cabús traz a poesia de Charles Bukowski -- o melhor poeta dos Estados Unidos, segundo Jean Paul Sartre -- banhada no blues de Atiba Taylor e Ricardo Lopes.
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Cris Braun volta ao Parque
Sempma realiza segunda edição do “Acorde para a Natureza”
Música clássica, piquenique e natureza. Essa é a proposta do projeto Acorde para a Natureza, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), que tem como atração a cantora e compositora Cris Braun e seus convidados. Nesta segunda edição, Braun traz Wilbert Fialho (violão 7 cordas) e Bruno Fialho (cavaco e bandolin). O evento será no próximo domingo (16), das 10h às 13h, no Parque Municipal de Maceió, em Bebedouro.
A idéia de Braun é discotecar música clássica e obras de grandes compositores contemporâneos, sempre com participações especiais. O Acorde para a Natureza está inserido no projeto Arte no Parque, da Sempma, que visa promover a educação ambiental numa atmosfera de arte, natureza e lazer.
A entrada é gratuita, mas não é permitido bebida alcoólica.
PROGRAMAÇÃO :
Das 10h às 11h - discotecagem de Cris Braun : obras de Beethoven.
Das 11h às 12h - pocket show : Wilbert Fialho , Bruno Palagani , com participação de Cris Braun .
Das 12h às 13h - discotecagem de Cris Braun : obras de Bach .










