sábado, 23 de maio de 2009

Cris Braun no Bar do Seu Manuel


Noite de sexta, talvez chovesse, talvez não. Lá pras tantas decido ir, ligo pro Carlinhos e ele diz que já tinha começado. Chego e encontro o Bar com umas poucas pessoas e a Cris com fone no ouvido, mãos nos troços que tocam cd e um belo sorriso no rosto. Em seguida, ela passa a batucar na caixa onde estava sentada e inserir mais sons vocais acompanhando a música, junto com o Rafael. Ouvi dizer que aquela caixa é um instrumento e tem um nome estranho, mas não lembro agora.
A seleção de Cris é de um bom gosto raro. Quando imaginei que iria ouvir Bach, Zeca Pagodinho e a trilha sonora de Amarcord (do Fellini)? E Cris passou a noite toda trocando música e vez em quando interferindo a favor. Eu só sei que foi bom, muito bom.
Também seria um estrelau, uma variante do luau (já que era lua nova). Ficamos um tempo na areia, a observar as estrelas brigarem com as nuvens. Em alguns momentos as inconvenientes ficaram nas cordas e deu para ver Cruzeiro do Sul e outras mais, que eu não faço a mínima como se chamam, mas acho bonitas de ver. Eram como umas candidatas a miss, em uma cidade no interior da Bélgica, que passaram por acaso ao lado da minha mesa, enquanto jantava, na semana passada.
Foi uma noite mágica: boa música, poucas e boas companhias, uma cachacinha, a natureza a favor. E saber que tive isto aqui em Maceió, não tem preço. Valeu, Cris.

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